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TEMPO E POEMA

com


Ricardo Oliveira

Eu em memória poética




Imagem: Gerd Altmann, por Pixabay

Apresento-me em mim,
Sendo quem realmente sou!
Às vezes diferente,
Conforme o dia e o esplendor.
Lembrar-me-ei do céu,
O mar e o que ele contém,
Pois numa escrita,
Traço na medida,
Os versos que ninguém tem.
Há os compreensíveis,
Também os incompreendidos,
Mas, o tempo é generoso,
Quando o amor não é vencido.
Amo cada personalidade
Vinda de uma súbita inspiração,
Do coração que não fingi,
E da alma que me abraça.
Percebo o encanto,
Também as muitas dores,
De um ser pelo qual,
Sente e costuma viver!
Vivendo e aprendendo,
De forma bela e intensa,
Todas as coisas a qual,
Venho deixando entrar
Na minha existência.
 Percorro as montanhas,
A pulsar sem medidas,
E em minha retina,
As cores do universo.
Não me comparo a nenhum poeta,
Do passado e nem mesmo do presente,
Pois tenho minhas próprias essências,
Contudo, por eles, fui tendo razões,
Para adentrar neste mundo poético!
Chegarei ao ponto já espero,
Em que a musa morte virá,
E isso é inevitável!
Só não quero cair no esquecimento…
Pelo fato dos poemas não merecerem,
Assim, confesso! A memória não se perderá.

Sobre Ricardo Oliveira


Sobre a Coluna

Tempo e Poema

Uma coluna cheio de beleza, cujo versos são sentidos e significados para a manifestação da humanidade, e pelo qual se estabelece o sentimento refletido nas palavras e seus mistérios poéticos.


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