ENTRETENIMENTO

BC: show de despedida da banda Skank é neste sábado
Apresentação promete ter, pelo menos, duas horas


Foto: Weber Padua

A banda Skank vai se separar por tempo indeterminado. Antes, fará uma Turnê de Despedida. No sábado (14), a banda desembarca no Music Park BC, em Balneário Camboriú, para a apresentação final (ou não).

O show promete trazer tudo que já foi gravado pelo Skank desde o comecinho dos anos 1990. Estão previstas duas horas (ou mais) de show.

Foram nove álbuns de estúdio, alguns deles presença obrigatória em listas de melhores de todos os tempos do pop-rock nacional e que somam mais de 5 milhões de exemplares vendidos; três ao vivo que registraram para a posteridade o nível de ataque e a catarse de seus shows em diferentes fases da carreira; e uma coleção de sucessos que não encontra paralelo nas últimas três décadas no país.

Cerca de 40 hit singles, 29 deles entre as 100 mais tocadas do ano no Brasil (muitas vezes defendendo sozinhas o pop-rock num mar de sertanejo universitário), 25 em trilhas de novela, dois mega-hits que marcaram fases distintas e igualmente bem sucedidas do grupo ("Garota Nacional" em 1996 e "Vou deixar" em 2004) e um sem-número de favoritas do fãs que vez por outra aparecem de surpresa nos shows. "Algo parecido", o single inédito lançado em 2018, passou dos 30 milhões de plays em pouco mais de um ano. E ainda temos a nova "Simplesmente", delicada balada folk lançada especialmente para acompanhar a Turnê de Despedida.

Os ingressos para o show estão à venda pelo site da Blueticket, na bilheteria do Music Park BC, na rede Barão da Navalha ou com comissários autorizados. Mais informações em @musicparkbc ou pelo telefone (47) 3366-6330.

A separação do Skank é uma forma de colocar um ponto final (ou um ponto-e-vírgula) numa carreira iniciada na curva entre a moda do rock brasileiro dos anos 1980 e uma nova década que apontava para a brasilidade, para o ritmo e para as misturas. Inicialmente uma simpática banda vinda de Minas Gerais tocando música de inspiração jamaicana, rapidamente o Skank tanto apontou caminhos para toda uma nova geração (de Chico Science, Raimundos, Pato Fu, Jota Quest, Mundo Livre SA, O Rappa e tantos outros) como ganhou musculatura e tamanho de mercado. Isso ali por 1996, quando chegou no incrível feito de ter, no mesmo período de doze meses, dois álbuns diferentes com mais de um milhão de exemplares vendidos - Calango e O Samba Poconé.
 


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