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Grávida de Canelinha: defesa pede anulação de parte da condenação
Rozalba matou Flávia em agosto de 2021 para roubar o bebê ainda do ventre da mãe


Júri popular de Rozalba durou cerca de 15 horas. (Foto: Almir Rodrigues)

A defesa de Rozalba Maria Grime entrou com recursos pedindo a anulação de parte da sentença. Ela foi condenada a 57 anos de prisão pela morte de Flávia Godinho. Rozalba matou a grávida para ficar com o bebê que ela carregava ainda no ventre. O caso aconteceu em 27 de agosto de 2020, em Canelinha.

O júri popular de Rozalba durou mais de 15 horas. Ela foi condenada por homicídio com cinco qualificadoras contra Flávia, além de homicídio qualificado tentado contra o bebê. Na época, ele estava com 36 semanas no ventre da mãe.

A defesa pediu a anulação da condenação pelo crime de ocultação de cadáver, homicídio tentado contra o bebê e do feminicídio. Sobre o primeiro crime, a defesa alega que Rosalba não tentou ocultar o corpo, ela deixou no mesmo local onde fez o parto forçado - em uma cerâmica desativada.

Sobre o homicídio tentado contra o bebê, a defesa alega que Rosalba não tinha a intenção de matá-lo. Já que seu objetivo era roubá-lo e tê-lo como filho. E sobre o feminicídio, a alegação é de que o crime não foi cometido por menosprezo à condição de gênero de Flávia e não se baseou em crime de ódio resultante de discrimnação, opressão, desigualdade ou violência sistemática.




 


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